quinta-feira, 20 de março de 2014

TERAPIAS E TERAPEUTAS





            De acordo com a análise realizada pelo psicólogo americano Alfred A. Barrios, Ph.D. e publicada na revista American Health Magazine, revelou os seguintes percentuais de recuperação em pacientes que se submeteram a três diferentes formas de terapia:

·         Psicanálise: 38% de recuperação após 600 sessões;
·         Psicologia Comportamental: 72% de recuperação após 22 sessões;
·         Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 sessões (cerca de 3 semanas).

Com tantas terapias à disposição, fico questionando por que o ser humano ainda não consegue encontrar o caminho da autocura, que pode ser a grande revolução de todos os tempos? E não é impossível, pois o efeito placebo comprova isso. Mas será que o placebo também funciona com as dores emocionais?

Independentemente de qualquer espécie de terapia fico questionando a análise de Barrios no que ele considera recuperação em ‘n’ dias de terapia, principalmente porque deve levar-se em conta o princípio da relatividade. Pode ser que uma terapia funcione bem para um paciente ou ajude, e para outro não.

Como paciente, já passei por sessões de psicanálise onde o terapeuta não teve a sensibilidade em dar a devida importância ao processo de mudança que desejava na época, preferindo seguir o ‘protocolo’ clínico. Como também já experimentei consultorias de PNL onde a falta de rapport prejudicou a interação entre mim e o consultor, que não se preocupou em observar minha fisiologia geral e, também, utilizou uma linguagem completamente diferente da minha, que é a visual.

Um fator importantíssimo que não pode ficar no descaso é, sem dúvida, a predisposição da pessoa em mudar, melhorar, mexer no que está causando o problema. Conscientemente ela traz consigo o desejo de mudar, mas preferindo a zona de conforto, começa de tudo e não terminada nada: a academia, o regime que termina quando chega a sobremesa, aquele grande projeto ou a viagem dos sonhos vão sendo sabotados. É o tipo de pessoa que conhece todas as cartomantes famosas, já acendeu incensos e queimou velas coloridas, fez banhos com sal grosso e ainda vive cumprindo promessas de 21 dias. Não vendo resultado, fica sem opção ou, ainda, porque começa a somatizar doenças no físico e, então, precisa definitivamente encarar o problema de frente.

Quando ela realmente toma consciência porque já não aguenta mais, ela então reage dizendo: “Chega! Não aguento mais isso!”, instante em que pensa na ajuda de um profissional.

Assim, vale correr o risco de argumentar que o sucesso de qualquer terapia depende não só da técnica, mas também do terapeuta e, principalmente, do paciente. Por outro lado, com base em observações livres, acredita-se que o talento do profissional é a parte mais importante de todo o processo, independente da linha terapêutica que ele estudou e decidiu seguir.

Quando Richard Bandler e John Grinder (1975) desenvolveram a PNL - Programação Neurolinguística, que considerava apenas o processo cognitivo, através de seus estudos de terapeutas eficientes, pressupunha uma relação terapêutica onde o terapeuta sabia o que era melhor para seu paciente. A PNL era considerada como algo que ‘um fazia com o outro’ e isso fez com que suas aplicações parecessem ser manipuladoras em contextos não terapêuticos.

A 3ª geração da PNL, no entanto, vem se desenvolvendo desde a década de 90 e suas aplicações são generativas, sistêmicas e focadas em questões mais elevadas como Identidade, Visão e Missão. Enquanto as duas primeiras gerações da PNL colocaram quase que exclusivamente atenção na mente cognitiva, a 3ª geração expandiu para incluir tantos processos somáticos quanto dinâmicas de um sistema mais amplo, isto é, do “Campo”, fazendo assim uma Unidade da Mente, que vem da nossa conexão e relacionamento com outros sistemas em nossa volta, inclusive o Espiritual.

Seja lá qual for a técnica, o bom profissional é aquele que realmente consegue deixar o seu “mapa” atrás da porta e seja capaz de entender primeiro como ele se relaciona consigo mesmo e, depois, com o seu paciente e, finalmente, com outros sistemas. Dessa forma ele será até capaz de dizer: “Olha, nenhuma técnica ou ferramenta funcionará com você”, mas só quando realmente compreender que o ser humano é um ser sistêmico e as peculiaridades inerentes a cada pessoa, que podem confundi-lo, sejam percebidas. É por isso que defendo, antes de qualquer técnica, o talento profissional, pois uma vez no consultório, ele tem que ser quase um artista para criar um rapport fantástico capaz de deixar o paciente tão confortável quanto se sentiria em casa sozinho cutucando a unha do pé.

A questão é saber se todos os profissionais realmente têm compromisso e dedicação com a profissão que escolheram.

Enquanto a PNL tem cerca de 40 anos, a Psicanálise tem mais de 100, e não é por isso que se deva discutir as diferenças. Enquanto o psicanalista tem uma atitude contemplativa, ouvindo o inconsciente do paciente, com pouquíssimas intervenções, a PNL não se interessa muito pelo conteúdo, mas sim pela forma. Isso não coloca a técnica no patamar das terapias, mas de consultoria, onde qualquer pessoa pode utilizar, desde um Freudiano, um Gestalt, um professor ou até mesmo um marceneiro, sem a necessidade de rotular ou eleger uma coisa como melhor do que a outra, dizendo, por exemplo, (como tenho ouvido muito por aí), que a Psicanálise, está falida. É o tipo de conceito que busca aliviar a barra de quem deseja jogar a culpa na ferramenta e, não, no profissional.

Longe de estar defendendo qualquer técnica, estou apontando o paradoxo que mais percebo em meu consultório, que é o fato da maioria das pessoas terem suas lentes distorcidas. O ser humano muitas vezes opta por não enxergar o que está na cara e passa batido sem perceber o salto significativo que daria se percebesse o que está na sua frente e o que realmente pode ajudá-lo, através do apoio emocional.

Há momentos em que precisamos de alguém observando do lado de fora e que possa nos auxiliar sem envolver emocionalmente com nossos problemas. Alguém que diga a verdade sem receio de nos magoar por causa dos nossos melindres. O melindre significa que ainda não estamos prontos para esse reconhecimento.

Eis aí a importância de um terapeuta, e, como profissional, pressupõe-se pessoa que estudou anos para construir uma bagagem que não pode ser jogada no lixo, mas que também não se deve elegê-lo incondicionalmente como a única solução dos problemas.

Getúlio Gomes
Pós Graduado em Gestão Financeira e Gestão Estratégica de Pessoas para Negócios, Psicanalista, Trainer em PNL e Coach Sistêmicos, consultor, palestrante, autor do livro “Sai desse corpo que não te pertence – Uma maneira divertida de exorcizar a autossabotagem”. Email: getulio.consultor@terra.com.br. www.parceirosdeideias.com.br.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

ENERGIA DO CARNAVAL


 

Algumas pessoas me perguntaram sobre a energia do carnaval.

Vou passar aqui um brevíssimo relato para sua reflexão, sem, contudo, querer fomentar uma campanha contra o carnaval, mas apenas alertar as pessoas que tenham... um carnaval mais lúcido, pelo menos no quesito das energias. Lembre-se de que você é a forma como se relaciona com o mundo externo. Portanto, você vai atrair aquilo que estiver vibrando.

Quem já fez meu curso Autodefesa Energética, sabe que em uma “guerra energética” vence a energia mais potente. Portanto, imagine uma situação constituída por milhões de pessoas dançando freneticamente, se apinhando umas nas outras, vestindo roupas provocantes (quando vestem), ao som de uma música focada em letras provocativas ou sensuais para que a dança seja igualmente sensual e provocante, tudo regado a litros e litros de bebidas alcoólicas, onde muitas pessoas aproveitam desse clima propício para exteriorizarem suas carências, necessidades, vontades e até suas violências e taras.

Como você deveria saber, sempre que entramos em um ambiente qualquer, nosso campo eletromagnético é influenciado pelo campo eletromagnético desse local e, imediatamente, nosso campo de energia trata de nos defender “jogando” energia para fora, numa verdadeira “guerra energética” contra possíveis energias invasoras.

Agora pense no tipo de campo eletromagnético que o ambiente carnavalesco ou a própria egrégora do carnaval cria.

Mesmo aquele que vai brincar o carnaval de maneira tranquila, sadia, proporcionando energias equilibradas e construtivas internamente, quando ele entra em disputa energética, vai vencer sempre a mais potente. Você acha que durante o período de carnaval nossa energia não vai estar totalmente envolvida por energias extremamente nocivas que são muito mais potentes que as nossas? Claro que sim, e vamos estar em desvantagem, pois milhares de pessoas que brincam o carnaval de maneira extremamente oposta à nossa estarão produzindo energias igualmente contrárias e, portanto, nocivas ao nosso campo eletromagnético.

Tá! Mas onde estão os nossos amparadores espirituais durante o carnaval? Eles tiram férias e vão foliar no plano astral esquecendo-se da gente? Claro que não! Eles atuam do mesmo jeito e muito mais nesse período, mas a pergunta é: nosso padrão vibracional será compatível para receber o amparo necessário? Muitas vezes os mestres espirituais não conseguem chegar próximo de nós devido à densidade de nossa vibração energética. E nesse período...

O mais importante é saber (ou lembrar) que só atraímos aquilo que vibramos. Nessa disputa, não importa quem ganha ou quem perde. Ambas as energias sofrerão desgastes energéticos proporcionais aos esforços que farão para vencer a energia ou o campo magnético adversário.

Certa vez o Exú Tatá Caveira disse a respeito da energia do Carnaval:

“Não vou perder meu tempo e nem desperdiçar energias com quem quer se sujar e se contaminar em lugares demasiadamente poluídos energeticamente. Nessa egrégora a qual faço parte, continuamos nosso trabalho no carnaval como é realizado em todos os outros dias. Quer se divertir, divirta-se e não há mal nenhum nisso. Tenha cuidado apenas aonde ir e com quem ir. Quer exagerar? Aguente as consequências. Quer ser radical? Pague o preço. Laroyê”.

Fica aí o recado.
Getúlio.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SUPERAÇÃO


SUPERAÇÃO


O que é superação? O que é superar ou se superar?

A superação pode ter vários significados para cada ser humano, mas, genericamente superação representa uma barreira vencida, ultrapassar obstáculos mesmo com dificuldades. Superação, também, é uma derivação latina da palavra superatione, cuja sinonímia representa o ato ou efeito de superar.

Superação é, principalmente, a vontade de seguir continuamente vencendo os desafios pela vida; é o poder de saber reconhecer o quanto se é forte; recomeçar todos os dias e sempre que necessário, enxergar tudo à volta com mais otimismo.

Algumas religiões afirmam que o sofrimento é parte da existência humana. É preciso uma oposição para que exista crescimento. Mas será que isso é verdade?

Podemos enfrentar inúmeras dificuldades porque cada amanhecer é o prenúncio de lutas e batalhas, onde buscamos sempre a vitória, e o dia pode ter o gosto que você colocar nele, pois dentro de nós convivem a vaidade e o egoísmo, cujos sentimentos podem trazer grandes prejuízos à alma. Entretanto, batalhar desesperadamente para alcançar determinados objetivos não significa que irá consegui-los só porque está se esforçando, trabalhando. Muitas vezes a pessoa nada, nada, e morre na praia porque se deixa consumir-se por um trabalho sem direção, perde noites de sono ou declina de finais de semana com a família pela necessidade de conseguir recursos para ter uma vida chamada digna.

Por outro lado, o que mais vemos nas mídias televisivas e expressas a respeito de superação consistem em situações desesperadoras onde pessoas deficientes ou com um passado extremamente sofrido, conseguiram dar a volta por cima. Então, comovidas, se apresentam dizendo: “Eu comi o pão que o diabo amassou, e hoje sou o que sou, por causa disso (sofrimento)”.

Diante de tantos fatos negativos acontecendo a cada instante, julgamos que tudo vai dar errado e, por causa disso, passamos a maldizer a nossa sorte. Não adianta reclamar, é preciso enxergar além da montanha, pressentir o que existe do outro lado, lembrando que isso é que nos torna fortes e guerreiros. Vale ressaltar que em certos momentos, os maiores desafios a serem superados estão contidos na mesmice que se encontra dentro de nós mesmos.

Contrário ao ponto de vista de muita gente, a superação não está inserida somente em fatos desagradáveis e dramáticos, onde alguém ficou paralítico, perdeu um membro ou a família inteira em um desastre de avião. A superação, também, está inserida naquele que foi em busca da sua felicidade, da sua alegria, da sua carreira. Para isso esquentou muita cadeira de escola e faculdades para ter o conhecimento e a expertise que hoje o torna detentor do título que tem. Da mesma forma, conhecemos pessoas inteligentes, capacitadas e trabalhadoras, penando para sobreviver.

Então não é só desgraça que pauta a superação. Pelo contrário. Se quisermos superar algo, precisamos avançar sempre em direção de atitudes positivas, compartilhando abraços, olhares, prazeres, momentos de felicidade e sorrisos. Talvez ainda precisássemos suar a camisa por muitos anos, antes de alcançarmos o posto que almejamos... É só olhar ao redor e observar as pessoas de sucesso, reconhecidas e valorizadas pelo seu trabalho. São pessoas que estudaram muito e abdicaram do lazer por vários anos antes de tornarem o que são. Pessoas que superaram provações que talvez você não conseguisse suportar. Reconhecer isso é o primeiro passo para você vencer também.

Um padrão de caráter que vai encontrar nessas pessoas é um profundo amor pelo que fazem e o fato de não desistem jamais. O vencedor nunca desiste de ser feliz. Para chegar nesse grau de comprometimento, só há um caminho: descobrir sua verdadeira vocação e focar, com toda energia, um alvo lá na frente, sem se importar com a montanha que está entre o alvo e você. A partir daí, não importam as dores, renúncias, críticas e perdas.

Portanto, construa sua própria estrada e seja mais feliz. Supere-se todos os dias com os recursos que você tem agora. Seja feliz ao seu modo, à sua maneira e ao seu tempo. Cada um vai determinar a sua velocidade, mas carregue no bolso o passaporte da vida a favor de ser uma pessoa feliz. Jamais perca a coragem, o ânimo e o espírito guerreiro para que possa superar a si mesmo todos os dias. E estude todos os dias.

Feito isso, será sempre um vencedor.
Getúlio Gomes.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

COMO DEFINIR O AMOR?

Amor não é aquilo que você mostra apontando para o peito. Isso se chama tórax. Talvez o motivo de apontarmos para esse local do corpo é porque aí está o nosso coração.

 Poderíamos apontar para o cérebro, mas ficaria feio dizer: “Eu te amo com toda a força do meu cérebro” e, é claro, o cérebro está cheio de teorias. Só que o amor não vive apenas de teorias, o amor tem que ser dito e demonstrado. Então novamente teríamos que apontar para a boca, mãos e, por fim, para o corpo inteiro.

 Alguns afirmam que o amor é composto de confiança, sinceridade, amizade e tantos outros adjetivos dispensados para o amor, mas, antes de tudo, deveríamos pensar em respeito, pois respeito todo mundo gosta e até conservam os dentes em alguns casos. É clichê? É, mas continua sendo atual porque respeitar é aceitar e compreender que temos limitações, diferenças e defeitos.

 Quando falamos de confiança e sinceridade, não deveríamos nos referir somente a enganar. Mentir não faz parte desse pacote, faz parte do nosso caráter, e caráter você tem ou não. Por outro lado, a confiança implica em contar segredos, pedir ajuda quando necessário, sem medo ou receio de que a outra pessoa um dia vai usar as suas fraquezas contra você.

 O amor, portanto, não sobrevive somente de teorias, mas com o corpo inteiro, sendo provado na prática a cada segundo de uma relação, fazendo a pessoa saber que é amada porque você fala que ama apontando para o peito sem receios nem rodeios. Assim, quando você diz que ama, a pessoa sabe porque você fala, mas só sentirá esse amor quando você demonstra.

 Mas há também um paradigma a ser entendido. Alguns dizem que amar é fácil, enquanto outros dizem que amar é uma tarefa quase impossível porque o ser humano tem histórias completamente diferentes. Mas o amor é mais simples do que pensamos. Basta refletir sobre o quanto você é amável? O quanto você está inteiro em uma relação? O quanto você é capaz de sacrificar todos os momentos bons que já viveram juntos por causa de uma crise, uma discussão?

 Amar é, portanto, ser livre e deixar o outro livre, é querer estar e ficar ao lado de alguém de corpo inteiro sem medos, sem armaduras, mesmo com suas diferenças, limitações ou falta de grana. É querer ficar, mesmo sabendo que precisa aguentar o tranco, aguentar uma “barra” sem nunca pensar em desistir porque se amar não é fácil, bom é saber que o amor é a melhor coisa que pode acontecer em sua vida.

 Getúlio Gomes

sábado, 16 de março de 2013

PERGUNTAS INTERESSANTES


A ARTE DE FAZER PERGUNTAS


QUESTÕES DO TIPO “COMO”

·         Como é que você faz isso?

·         Como você sabe que isso é bom para você?

·         Como você reage em relação a isso?

·         Como isto pode fazer com que você descubra novas formas para...?

·         Como você gostaria de ter se comportado/sentido agindo em tal situação?

·         Como você pode assumir o controle da situação?


QUESTÕES DO TIPO “O QUE”

·         O que aconteceu?

·         Quando isso começou?

·         O que você pensa sobre isso?

·         O que isso significa para você

·         O que alguém importante na sua vida pensaria sobre isso?

·         O que Jesus, Buda, Chrisna pensaria sobre isso?

·         O que você pode fazer numa próxima oportunidade?

·         O que você fará da próxima vez?

·         O que em “x” lhe incomoda?

·         O que isso está afetando a sua vida?

·         O que isso está afetando outras pessoas?


QUESTÕES DO TIPO “QUAL”

·         Qual a grande lição que você pode extrair deste acontecimento?

·         Qual seria uma visão positiva sobre este assunto?

·         Qual o tempo que você quer que isso dure?

·         Qual seria uma nova possibilidade?

·         Qual o resultado positivo/negativo desta decisão?


QUESTÕES DO TIPO “QUANDO”

·         Quando você vai iniciar/finalizar?

·         Quando você pode fazer?

·         Quando você decidiu?

·         Quando isto irá acontecer?

·         Quando você começará a mudar?


QUESTÕES DO TIPO “ONDE”

·         Onde vai ser?

·         Onde começou a dar certo?

·         Onde você se vê fazendo isso?

·         Onde você estaria daqui a 5 anos?

·         Onde poderá ser iniciado?

·         Onde é possível acontecer?


QUESTÕES DO TIPO “POR QUE”

·         Por que você fez isso?

·         Por que você está agindo desta forma?

·         Por que isto é importante para você?

·         Por que você acredita ser difícil?

·         Por que isto acontece?


LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES (resultados esperados)

·         Qual o benefício que você percebe em fazer essas mudanças?

·         Qual é o seu maior desafio?

·         O que você gostaria que acontecesse após essas sessões?

·         Como você gostaria que as coisas fossem diferentes?

·         Você acha mais importante desenvolver ações, pensamentos ou sentimentos?

·         O que você gostaria de realizar?

·         Você quer fazer algo melhor?

·         Quais os recursos que você já tem?

·         O que você quer conquistar a longo prazo?

·         Como sabe que daqui a 5 anos você será bem sucedido?

·         Qual é o seu objetivo a curto prazo?

·         Quando você quer atingir isto?

·         Como você irá mensurar isto?

·         O que você faria melhor se pudesse mudar algo em sua vida?

·         O que está faltando nesta situação?

·         O que motiva fazer isso?


QUESTÕES DE CONGRUÊNCIA

·         Este objetivo é atingível, é viável?

·         Quais são as consequências ao realizar este objetivo?

·         Suas ações estarão influenciando positivamente o meio que você vive?

·         Alguém poderá se prejudicar?

·         O que você quer fazer afeta outras pessoas?

·         Isto está alinhado com seus valores?

·         Você irá se prejudicar?

·         Você está sendo honesto consigo mesmo e com os outros?

·         Qual pode ser o efeito nos outros?

·         Que resultados positivos e negativos que isto produz no meio em que você vive?

·         Quem está envolvido, direta e indiretamente?

·         O que acontecerá com as pessoas diretamente envolvidas?

·         Este objetivo o levará em direção aos seus valores?


QUESTÕES PARA GERAR RESPONSABILIDADES

·         O que realmente está acontecendo para dificultar a realização de seu objetivo?

·         Quanto de controle pessoal ou influência você tem sobre o seu objetivo?

·         Como você pode assumir total controle por seu objetivo?

·         O que você pode fazer para minimizar as influências externas na realização de seus objetivos?

·         O que está acontecendo agora que está fora das suas mãos?

·         O que está lhe segurando?

·         O que lhe impediu até o momento?

·         Como você pode assumir o controle da situação?


QUESTÕES PARA DEFINIR SEGMENTAÇÃO DO OBJETIVO

·         Por onde você quer começar?

·         O que você pode fazer agora para começar a realizar seu objetivo?

·         Alguém já fez o que você deseja alcançar? Quais foram seus primeiros passos?

·         Quais serão suas metas de curto prazo para realizar seu objetivo maior?

·         Se você falasse para alguém realizar este objetivo, por onde ele deveria iniciar?

·         Como você pode atingir o que quer?

·         Qual o primeiro passo para mudar esta situação?

·         Como você pode caminhar em direção ao seu objetivo?

·         Como você poderia começar a fazer a diferença?

·         Como você atingirá seu objetivo?

·         O que você pode fazer agora?

·         Como você considera que possamos atingir este objetivo?

·         Como você poderia mudar imediatamente e curtir o processo?

·         Como alguém que você conhece começou a transformar seu sonho em realidade?

·         Que pesquisa você poderia fazer para lhe dar mais ideias?

·         O que ficará diferente quando você conquistar seu objetivo?

·         O que precisa acontecer para ....?


QUESTÕES PARA LEVANTAMENTO DE RECURSOS

·         O que irá lhe habilitar par alcançar “x”?

·         O que você precisa ter para realizar seu sonho?

·         Quais as habilidades que você precisa desenvolver para concretizar seu objetivo?

·         Quais serão seus novos comportamentos?

·         O que você pode fazer para chegar mais depressa?

·         Quem você precisa se tornar para atingir sua meta?

·         Quais valores você deve começar a priorizar?

·         Que tipo de pensamento pode lhe fortalecer?

·         O que pode lhe inspirar?

·         Quais são as habilidades que você gostaria de aprimorar?


QUESTÕES PARA MUDANÇA DE ESTADO EMOCIONAL

·         Qual é o estado emocional mais apropriado para você estar agora, enquanto começa a pensar em uma ação para realizar seu objetivo?

·         Você pode pensar em uma época quando se sentiu completamente (Ex. confiante, persuasivo, calmo etc)? Como você se sentiria agora se soubesse que é completamente capaz e confiante? (ou qualquer outro estado).

·         Como você se sente só de imaginar em concretizar o que deseja?

·         Quão bem você realmente quer se sentir agora para começar a pensar suas próximas ações?

·         Você pode perceber todos os caminhos nos quais você irá crescer e se desenvolver partindo desta atribuição?

·         Coloque-se no futuro agora e pense sobre ter conseguido alcançar este objetivo de uma forma totalmente bem sucedida, e apenas permita-se sentir e curtir este sentimento de sucesso e conquista. Agora volta para o momento presente, trazendo consigo estes sentimentos. De quais novas possibilidades você se tornou consciente?

·         Houve alguma época em que você se sentiu totalmente decidido? Como foi isso?

·         Como seria sua vida quando você puder...?


QUESTÕES PARA ESTIMULAR A AÇÃO

·         Como você pode ganhar 10.000.000 em um ano?

·         Quais ações você deve realizar até a próxima sessão para alcançar sua primeira meta?

·         O que você irá fazer para...?

·         Qual o primeiro passo em direção à sua meta?

·         O que você pode fazer hoje para iniciar sua caminhada?

·         Você pode perceber quais ações realizar entre hoje e a próxima sessão para conquistar a meta?

·         Qual será a evidência de que você está no caminho certo?

·         Como você saberá que seu sonho começou a ser realizado?

·         De hoje até “data da sessão” qual será sua ação?


QUESTÕES PARA GERAR OPÇÕES

·         Que opções você tem?

·         O que mais você poderia fazer?

·         E se (tempo, poder, dinheiro, etc) não fossem limitadores?

·         Se alguém lhe sugerisse uma nova opção, qual seria?

·         Existe alguém que você conhece que resolveu este problema de outra forma?

·         Se houvesse uma opção mais poderosa, qual seria?

·         Quais são os benefícios e o custo de cada uma das opções?

·         O que você tem que não está atualizando?

·         Como você pode melhorar suas ações?

·         Quais ferramentas você conhece e que ainda não utilizou? Qual delas você vai utilizar primeiro?

·         De que ferramentas você precisa para lhe ajudar?

·         Como você pode virar o jogo?

·         De que forma você gostaria de mudar a maneira como você atua?

·         O que você poderia mudar para tornar esta situação mais positiva?

·         Que ferramentas você tem usado? Quais funcionaram ou não funcionaram? Por quê?

·         O que você acha que poderia ser feito para alterar esta situação?

·         O que faria a maior diferença para mudar o modo como você vê esta situação?

·         Quem já faz isso muito bem? (exemplo de excelência).


QUESTÕES PARA DESAFIAR PARADIGMAS

·         O problema está na etapa ou na forma como você se sente em relação a ela?

·         Que crenças você possui em relação a isto que podem ser questionáveis?

·         Que regras de vida que você está usando que podem ser desafiadas?

·         Que recursos você não usou anteriormente e que você poderia usar agora?

·         Como você lidaria com isto se você fosse um homem (ou mulher, ou adulto, ou criança, etc).

·         O que você poderia aprender com este problema?

·         O que seu ídolo faria nesta situação?

·         O que você faria se seu bônus dependesse da resolução satisfatória desse problema?

·         O que o melhor gerente da sua empresa faria?

·         Como sua equipe reagiria à mudança em suas habilidades e como isto faria você se sentir?

·         O que você está tomando como verdade e que talvez não seja?

·         O que você teria agora se tivesse certeza de que não iria falhar?

·         O que há de engraçado nisso tudo?

·         O que é ótimo sobre isto?

·         O que você faria hoje se já fosse a pessoa na qual você sabe que tem potencial para se tornar?

·         Qual a interpretação positiva disto?

·         Eu sei que você não sabe, mas, e se você soubesse?


QUESTÕES PARA ENCONTRAR LIMITAÇÕES

·         O que está lhe impedindo de realizar seu objetivo?

·         O que pode ser melhorado?

·         Quais foram as dificuldades encontradas?

·         Qual foi o maior desafio?

·         O que precisou ser superado?


QUESTÕES PARA MANER A APRENDIZAGEM

·         Como nós já fizemos isso mais efetivamente?

·         Olhando para traz agora, o que você aprendeu?

·         O que você pode aprender com isso?

·         Quais coisas você teria feito diferente, tendo compreendido agora o que aconteceu?

·         O que lhe ajuda a lembrar de habilidades que agora você tem?

·         Como você irá manter disponíveis as habilidades, ideias e estratégias para quando precisar?

·         Como você passará adiante estas habilidades ou insights para outras pessoas da sua equipe?

·         Como você irá praticar estas habilidades em outras áreas da sua vida?

·         Posso pedir um feedback?



QUESTÕES PARA AVALIAR O PROGRESSO

·         Por que valeu a pena estar aqui hoje?

·         O que está sendo mais positivo para você nas sessões de coaching?

·         Qual está sendo seu progresso?

·         Qual foi sua evolução esta semana?


QUESTÕES PARA OFERECER APOIO

·         O que eu posso fazer para apoiá-lo ou dar-lhe suporte nisto?

·         O que eu estou fazendo que esteja lhe levando ao caminho?

·         O que eu já estou fazendo que esteja ajudando?

·         Como eu poderia lhe apoiar dez vezes mais?

·         Como você se sente quando alguém tira um tempo para lhe prestar assessoria de Coaching?

·         De quais outros recursos/suportes você precisa para fazer isto?

·         Qual é a pergunta que eu poderia lhe fazer agora que realmente faria a diferença?


QUESTÕES PARA GERAR ESCLARECIMENTO

·         Quando você diz “...” o que você quer dizer exatamente?

·         O que “...” significa para você?

·         Eu estou entendo de forma correta o que você está me dizendo?

·         Isto lhe parece certo?

·         Então você está me dizendo que (repete exatamente o que o cliente disse). É isso?


QUESTÕES PARA ELABORAR PENSAMENTOS

·         Você poderia falar um pouco mais sobre isto?

·         Existe algo mais para ser falado sobre este assunto?

·         Outra pessoa nesta mesma situação poderia ter novas compreensões sobre este assunto?


QUESTÕES DESAFIADORAS

·         Qual é a evidência de que isto é verdade?

·         O que faz você pensar isto?

·         Você poderia se ver fazendo outra coisa?

·         Isto é justo?

·         Analise e veja se isto é lógico?

·         Isto é uma interpretação ou um fato?

·         Esta forma de pensar pode ser uma maneira de estar se protegendo?